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Congresso Internacional

Agosto 7, 2008

V Congresso internacional dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho

São Paulo, 28/07/2008 (TV Arautos).- Nos dias 25 a 27 de julho, realizou-se o V Congresso internacional dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho, que contou com a participação delegações vindas de 23 países.
A abertura do Congresso deu-se com a Solene Coroação da Imagem do Imaculado Coração de Maria. Logo após houve a Concelebração Eucarística presidida pelo Pe. João Clá, que contou com a participação do Decano de Direito Canônico da Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino (Angelicum), Pe. Bruno Esposito, O.P.
Os 800 participantes também tiveram a oportunidade de aprofundarem a temática dos novíssimos do homen (morte, juízo, céu, inferno). As palestras e teatros mostraram como é benéfico se acercarem de tão importante tema. Além disso, essas meditações ensinaram uma fundamental baliza de conduta: “Em todas as tuas obras, lembra-te dos teus novíssimos, e não pecarás eternamente” (Eclo. 7, 40).

Arquidiocese Bispo Auxiliar de São Paulo fala sobre as celebrações do Centenário da Arquidiocese

Junho 20, 2008

Notícias » Arquidiocese Bispo Auxiliar de São Paulo fala sobre as celebrações do Centenário da Arquidiocese - 16/06/2008 - 10:06

São Paulo, 11 de junho de 2008.Fiz parte da organização das celebrações do Centenário da Arquidiocese. Sou testemunha do esforço e da participação de tanta gente e, por isso, gostaria de tecer algumas considerações e esclarecimentos a partir do artigo escrito pelos senhores(*): Militarização da Fé. Os senhores afirmam que “com pompa e incenso, o santo – tendo a espada do seu martírio na mão – foi entronizado como patrono da Arquidiocese”. Eu usaria, em vez de “pompa”, o termo “solenidade” ou “dignidade”, próprias à liturgia. Lembro também que naquela imagem, o apóstolo não traz uma espada na mão, mas um pergaminho onde está escrita a frase: ‘Senhor, que devo fazer’?Os senhores afirmam que “a Igreja na metrópole é constituída por múltiplas comunidades, pastorais, organismos, movimentos, grupos, etc. Contudo, isso praticamente não foi considerado”. Isso foi considerado sim senhores; e muito. O evento foi amplamente divulgado, com insistência na participação de todos. Porém, os arautos responderam mais que outros grupos, levando milhares de pessoas. Por que outros (Comunidades, Ceb’s, paróquias, setores, padres, outros movimentos, pastorais sociais, etc…) não fizeram a mesma coisa? Não seria bonito terem levado igualmente milhares de pessoas, com camisetas iguais, por exemplo? Contudo, grupos de pastorais, movimentos, comunidades, paróquias, escolas, setor juventude, congregações, universidades, seminários, etc… foram chamados e tiveram participação no altar, no campo, nas arquibancadas, nos bastidores (sacristias) e fora do campo. Inclusive o grupo de Fé e Política pôde passar, do lado de fora, o abaixo-assinado relativo ao projeto de Lei complementar à Lei 9840 contra a corrupção eleitoral. E contaram também com a participação e ajuda dos Arautos … Estou, no momento, em Brasília, na CNBB, e aproveito para dizer que, com a Comissão Justiça e Paz e todo o Movimento de Combate à Corrupção eleitoral, queremos levar adiante esta coleta de assinaturas. Penso que os senhores e seus grupos já estão ajudando a recolher. Envio também a nota que a CNBB elaborou sobre a Reforma Tributária, cuja proposta de emenda constitucional está tramitando.Fraternalmente, Dom Pedro Luiz StringhiniBispo auxiliar de São PauloRegião Episcopal Belém (*)Sr. Dirceu BenincáSr. Jaime Carlos Patias

Fonte: Dom Pedro Luiz Stringhini - Bispo Auxiliar de São Paulo Local:São Paulo (SP)

Crise de gasóleo afecta cidades do interior

Junho 18, 2008

Bissau, 18 Jun (Lusa) - A crise do gasóleo que afecta há duas semanas a capital da Guiné-Bissau já começa a ser sentida nas principais cidades do interior do país, disseram hoje à agência Lusa vários residentes daquelas localidades.


Samba Sow, jornalista da rádio Sintchã Oco (estação privada), disse à Lusa que o gasóleo “já começa a escassear” em Gabú, cidade situada a 200 quilómetros a leste de Bissau, conhecido entreposto comercial entre a Guiné-Bissau, Guiné-Conacri e Senegal.
“Nos últimos dias, nota-se um reduzido fluxo do trânsito automóvel em Gabú, fruto da crise do gasóleo”, indicou Samba Sow, também presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos naquela região leste da Guiné-Bissau.
Segundo Sow, apenas uma bomba da Galp/Petromar é que tem estado a vender gasóleo em toda cidade de Gabú o que tem provocado “extensas filas” de carros, situação inusitada naquelas paragens.
No mercado paralelo, explicou Samba Sow, o gasóleo tem sido vendido, em Gabú, até 800 francos cfa por litro (1,22 euros).
Em Bafatá, segunda capital da Guiné-Bissau, Baba Camará, director desportivo do Sporting Clube local, deu o exemplo das dificuldades que sentiu no último fim-de-semana para arranjar 20 litros do gasóleo para atestar a carrinha que ia transportar os jogadores para uma partida de futebol em Bissau.
“Tivemos que pagar quase mil francos cfa (cerca de 1,5 euros) por litro para conseguir 20 litros para atestar o carro, foi um cabo dos trabalhos arranjar gasóleo”, explicou.
Baba Camará disse não compreender bem o que se passa, apenas sabe que não há gasóleo em Bafatá na medida em que as duas bombas que existem na cidade “há muito que deixaram de vender”.
“Tivemos que comprar a uns rapazes que fazem a revenda”, do gasóleo, disse Baba Camará, frisando ser esta a alternativa que muitos estão a seguir em Bafatá e arredores.
Já em Ingoré, localidade situada no norte da Guiné-Bissau e próxima da fronteira com o Senegal, Salum Bodjan disse à Lusa que a crise do gasóleo não está a ser sentida na zona porque o abastecimento é feito a partir das bombas senegalesas.
“O Senegal é aqui ao lado, 15-20 quilómetros, vamos lá de bicicleta e compramos combustível, não há crise”, afirmou Bodjan, pequeno comerciante de revenda do gasóleo em Ingoré.
“Nós não dependemos aqui muito das crises de Bissau, resolvemos os nossos problemas no Senegal”, sublinhou Salum Bodjan, que disse desconhecer que a capital do país está a ser afectada por uma crise do gasóleo.
“Porque é que não vão comprar ao Senegal, como nós fazemos?”, questionou o comerciante.
Quando informado de que há um braço-de-ferro entre o Governo e as empresas de venda de combustíveis que reclamam o aumento do preço de venda ao público, Salum Bodjan não teve dúvidas: “o melhor é o Governo atender às reivindicações dos colegas comerciantes”. MB